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Incentivo fiscal para P&D, com método, critério e documentação sólida.

A Gallucci orienta empresas que inovam a estruturar projetos de P&D elegíveis à Lei do Bem — com rigor técnico, clareza e responsabilidade

Muitas empresas inovam todos os dias, mas não registram isso do jeito que a legislação exige.

Outras até conhecem a Lei do Bem, mas travam na documentação, no enquadramento técnico ou no medo de fazer errado.

A Gallucci existe para organizar esse cenário. Traduzimos a legislação, estruturamos o processo e transformamos esforço real em elegibilidade comprovável.

Como a Gallucci atua na Lei do Bem

1. Diagnóstico de elegibilidade em P&D

Análise técnica dos projetos, atividades e dispêndios para entender o que é — e o que não é — elegível pela Lei do Bem.

2. Estruturação técnica dos projetos
Construção da narrativa técnica: desafio tecnológico, metodologia, incerteza, evolução e resultados esperados.

3. Organização e rastreabilidade da documentação
Registro de horas, custos, equipes, etapas e evidências. Porque elegibilidade se sustenta no detalhe.

4. Apoio no FormP&D e ciclo anual da Lei do Bem
Orientação completa no preenchimento, revisão crítica e acompanhamento do processo junto ao MCTI.

5. Consultoria contínua em P&D e incentivos fiscais
Não é só sobre um ano-base. É sobre criar processo interno que funcione ao longo do tempo.

Entre em contato

Estamos à disposição para conversar sobre como podemos apoiar sua empresa a transformar investimentos em inovação em retorno tributário real. Utilize o formulário do site ou envie-nos um e-mail — será um prazer falar com você.

Lei do Bem, inovação e P&D sem mistério | Dúvidas Frequentes

O que caracteriza um projeto de inovação tecnológica elegível à Lei do Bem?

Um projeto elegível envolve inovação tecnológica de verdade.
Isso significa enfrentar barreiras tecnológicas, lidar com incerteza e desenvolver soluções que não são triviais para a empresa ou para o mercado.

Não basta executar rotina.
É preciso demonstrar pesquisa, desenvolvimento e evolução técnica, com método e registro ao longo do projeto.

Qual a diferença entre P&D, pesquisa aplicada e desenvolvimento experimental?

P&D é o conjunto das atividades voltadas à criação ou melhoria tecnológica.
Dentro dele, existem etapas diferentes:

  • Pesquisa aplicada: quando o conhecimento é direcionado para resolver um problema prático.

  • Desenvolvimento experimental: quando esse conhecimento vira protótipo, teste, ajuste e validação.

A Lei do Bem reconhece essas fases — desde que estejam bem caracterizadas e documentadas.

Melhorias em processos contam como inovação ou são apenas rotina operacional?

Depende.
Se a melhoria envolve desafio tecnológico, tentativa, erro e desenvolvimento estruturado, ela pode ser considerada inovação.

Se for apenas ajuste operacional, manutenção ou aplicação de solução pronta, não é P&D.
A diferença está no processo de inovação, não no discurso.

Quais barreiras tecnológicas tornam um projeto elegível como desenvolvimento tecnológico?

São barreiras que não têm solução conhecida ou imediata para a empresa.
Podem estar ligadas a desempenho, escala, confiabilidade, integração de tecnologias ou limitações técnicas existentes.

A superação dessas barreiras precisa ser resultado de esforço técnico estruturado, e não de simples compra ou adaptação.

Como a Lei do Bem incentiva o investimento em inovação no Brasil?

A Lei do Bem reduz o custo de investir em inovação ao permitir deduções fiscais relacionadas a atividades de P&D.
Isso inclui exclusões no IRPJ e na CSLL e outros mecanismos previstos na legislação.

Na prática, o incentivo compartilha o risco do desenvolvimento tecnológico, estimulando empresas a investirem mais e com mais segurança.

Por que a documentação é o coração dos processos de inovação na Lei do Bem?

Porque incentivo fiscal não se baseia em intenção — se baseia em comprovação.
A documentação mostra como o projeto evoluiu, quais desafios foram enfrentados e como os recursos foram aplicados.

Sem registro técnico consistente, não existe segurança jurídica.
Na Lei do Bem, documentar é parte do processo de inovar.

Quais são os erros mais comuns na gestão de P&D e no uso da Lei do Bem?

Os erros mais comuns não são técnicos — são estruturais.
Falta de rastreabilidade, projetos descritos de forma genérica, horas não registradas e documentação feita só no fim do ano comprometem a elegibilidade.

A Lei do Bem exige método contínuo, não correção de última hora.

Como estruturar uma estratégia de inovação alinhada à Lei do Bem?

Uma boa estratégia de inovação conecta objetivos do negócio, cultura interna e processos de P&D.
Ela define prioridades, organiza projetos e cria disciplina de registro desde o início.

A Lei do Bem entra como consequência de uma estratégia bem construída — não como ponto de partida isolado.

Minha empresa faz parte do ecossistema de inovação mesmo sem um setor formal de P&D?

Sim.
Muitas empresas inovam fora de um departamento formal, por meio de times técnicos, engenharia, tecnologia ou melhoria de processos.

Fazer parte do ecossistema de inovação é inovar com intenção e método — não necessariamente ter um crachá escrito “P&D”.

O que uma consultoria em inovação avalia antes de enquadrar projetos na Lei do Bem?

Uma consultoria em inovação e Lei do Bem analisa atividades, desafios tecnológicos, equipes envolvidas, dispêndios e forma de registro.

O objetivo não é “encaixar” projetos à força, mas entender o que é elegível e estruturar isso com critério e responsabilidade.

Como funcionam a amortização acelerada e outros incentivos da Lei do Bem?

Além das deduções no lucro, a Lei do Bem prevê mecanismos como amortização acelerada de intangíveis e depreciação acelerada de bens usados em P&D.

Esses incentivos ajudam a melhorar o fluxo financeiro do investimento em inovação — desde que corretamente enquadrados e documentados.