
Incentivo fiscal para P&D, com método, critério e documentação sólida.
A Gallucci orienta empresas que inovam a estruturar projetos de P&D elegíveis à Lei do Bem — com rigor técnico, clareza e responsabilidade
Muitas empresas inovam todos os dias, mas não registram isso do jeito que a legislação exige.
Outras até conhecem a Lei do Bem, mas travam na documentação, no enquadramento técnico ou no medo de fazer errado.
A Gallucci existe para organizar esse cenário. Traduzimos a legislação, estruturamos o processo e transformamos esforço real em elegibilidade comprovável.


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Lei do Bem, inovação e P&D sem mistério | Dúvidas Frequentes
O que caracteriza um projeto de inovação tecnológica elegível à Lei do Bem?
Um projeto elegível envolve inovação tecnológica de verdade.
Isso significa enfrentar barreiras tecnológicas, lidar com incerteza e desenvolver soluções que não são triviais para a empresa ou para o mercado.
Não basta executar rotina.
É preciso demonstrar pesquisa, desenvolvimento e evolução técnica, com método e registro ao longo do projeto.
Qual a diferença entre P&D, pesquisa aplicada e desenvolvimento experimental?
P&D é o conjunto das atividades voltadas à criação ou melhoria tecnológica.
Dentro dele, existem etapas diferentes:
Pesquisa aplicada: quando o conhecimento é direcionado para resolver um problema prático.
Desenvolvimento experimental: quando esse conhecimento vira protótipo, teste, ajuste e validação.
A Lei do Bem reconhece essas fases — desde que estejam bem caracterizadas e documentadas.
Melhorias em processos contam como inovação ou são apenas rotina operacional?
Depende.
Se a melhoria envolve desafio tecnológico, tentativa, erro e desenvolvimento estruturado, ela pode ser considerada inovação.
Se for apenas ajuste operacional, manutenção ou aplicação de solução pronta, não é P&D.
A diferença está no processo de inovação, não no discurso.
Quais barreiras tecnológicas tornam um projeto elegível como desenvolvimento tecnológico?
São barreiras que não têm solução conhecida ou imediata para a empresa.
Podem estar ligadas a desempenho, escala, confiabilidade, integração de tecnologias ou limitações técnicas existentes.
A superação dessas barreiras precisa ser resultado de esforço técnico estruturado, e não de simples compra ou adaptação.
Como a Lei do Bem incentiva o investimento em inovação no Brasil?
A Lei do Bem reduz o custo de investir em inovação ao permitir deduções fiscais relacionadas a atividades de P&D.
Isso inclui exclusões no IRPJ e na CSLL e outros mecanismos previstos na legislação.
Na prática, o incentivo compartilha o risco do desenvolvimento tecnológico, estimulando empresas a investirem mais e com mais segurança.
Por que a documentação é o coração dos processos de inovação na Lei do Bem?
Porque incentivo fiscal não se baseia em intenção — se baseia em comprovação.
A documentação mostra como o projeto evoluiu, quais desafios foram enfrentados e como os recursos foram aplicados.
Sem registro técnico consistente, não existe segurança jurídica.
Na Lei do Bem, documentar é parte do processo de inovar.
Quais são os erros mais comuns na gestão de P&D e no uso da Lei do Bem?
Os erros mais comuns não são técnicos — são estruturais.
Falta de rastreabilidade, projetos descritos de forma genérica, horas não registradas e documentação feita só no fim do ano comprometem a elegibilidade.
A Lei do Bem exige método contínuo, não correção de última hora.
Como estruturar uma estratégia de inovação alinhada à Lei do Bem?
Uma boa estratégia de inovação conecta objetivos do negócio, cultura interna e processos de P&D.
Ela define prioridades, organiza projetos e cria disciplina de registro desde o início.
A Lei do Bem entra como consequência de uma estratégia bem construída — não como ponto de partida isolado.
Minha empresa faz parte do ecossistema de inovação mesmo sem um setor formal de P&D?
Sim.
Muitas empresas inovam fora de um departamento formal, por meio de times técnicos, engenharia, tecnologia ou melhoria de processos.
Fazer parte do ecossistema de inovação é inovar com intenção e método — não necessariamente ter um crachá escrito “P&D”.
O que uma consultoria em inovação avalia antes de enquadrar projetos na Lei do Bem?
Uma consultoria em inovação e Lei do Bem analisa atividades, desafios tecnológicos, equipes envolvidas, dispêndios e forma de registro.
O objetivo não é “encaixar” projetos à força, mas entender o que é elegível e estruturar isso com critério e responsabilidade.
Como funcionam a amortização acelerada e outros incentivos da Lei do Bem?
Além das deduções no lucro, a Lei do Bem prevê mecanismos como amortização acelerada de intangíveis e depreciação acelerada de bens usados em P&D.
Esses incentivos ajudam a melhorar o fluxo financeiro do investimento em inovação — desde que corretamente enquadrados e documentados.




